quarta-feira, 2 de maio de 2018

Jovens da Trilha Universidade dão testemunhas da ação do Cajueiro



 Recebemos este depoimento da Karla Cristina Costa participou do projeto na TrilhaUni. Ela escreve para os/as jovens que participam do projeto deste ano. Ela nos conta a sua experiência de jovem e suas buscas. 
Esperamos que outras pessoas, também se animem em enviar sua mensagens e contar as suas histórias.
" Ola galera, meu nome é karla cristina, e assim como vocês, um dia participei desse lindo projeto do cajueiro, que ajuda jovens pobres, iguais a todos nós a continuar sonhando e realizar nossos sonhos. A realidade social da maioria dos jovens brasileiros, tanto de cidade grande, mas também do interior como eu, sonha entrar  numa universidade pública ou ganhar uma bolsa em universidade particular. Não temos condições de pagar um curso superior, sem falar que começamos a trabalhar muito cedo, e ganhando bem pouco para ajudar nas despesas de casa. Estou resumindo, kkkkkk......
Minha história é muito longa, e gostaria de poder um dia está ai com vocês e contar um pouquinho dela. Quero dizer a vocês que o cajueiro mudou minha vida, não só pelo fato de contribuir para minha entrada no curso de medicina veterinária na UFG, mas além disso, na minha construção pessoal. Ver as dificuldades como aprendizado e a diversidade como um enriquecimento de conhecimento.
Queria dizer a vocês que nunca desistam dos seus sonhos. O que me moveu ao longo desses sete anos, longe de casa e dos amores da minha vida foram  meus sonhos, um deles, ser a primeira pessoa de uma família bem pobre a entrar na universidade pública, e no curso que sonhava, e eu consegui. Durante esses sete anos não faltou pessoas que me falaram para desistir, inclusive minha mãe,  kkkkkkk, falava que curso de medicina veterinária era pra rico, e que devia fazer um curso mais fácil. 
Quando sai de casa, para estudar e trabalhar eu só tinha 14 anos. Passei por muita dificuldade,
 tive que fazer faxina, porque não tinha dinheiro pra ir de ônibus ao cursinho (cajueiro), fiz isso seis meses, até conseguir passar na faculdade. E hoje o cajueiro continua me ajudando, a instituição envia 400 reais para pagar minhas despesas. Meu curso e integral, e minha mãe,  dona de casa não tem como me ajudar. Sem essa ajuda eu teria que voltar pra casa e desistir do meu sonho.
Obrigada a todos por me escutarem. Desculpem  qualquer coisa que falei que vocês não acharam legal.... Ass.: karla cristina"
O Cajueiro tem se esforçado para atender a Karla e tantos outros jovens que estão em busca de seus sonhos. Se considera que este projeto é importante para mudar a vida das pessoas. Faça parte deste grupo, seja uma associado/a e colabore Sou Cajueiro - Socio Colaborador_a


Prestação de contas da campanha Sou Cajueiro do mês de abril



Goiânia-GO, 01 de maio de 2018.

“A maneira de ajudar os outros é provar-lhes
que eles são capazes de pensar.”
Dom Helder Câmara
Gente querida,

Neste ano de 2018 completamos 5 anos de existência, 5 anos de “Esperançar na Resistência”. 
E neste ano retomamos a “Campanha Sou Cajueiro” que tem a proposta de contribuir
financeiramente com os projetos do Cajueiro. Esta campanha fortalece nosso esperançar 
e anima nossa missão que é promover e incentivar a formação, assessoria, pesquisa,
 defesa e promoção dos direitos humanos em especial as juventudes, além de promover 
projetos sociais, cursos, seminários, para capacitação de agentes comunitários, lideranças,
 gestores, educadores e organização sociais.
Queremos que a “Campanha Sou Cajueiro” reúna 100 colaboradores e colaboradoras
 para contribuírem nas atividades dos projetos do CAJUEIRO. Neste primeiro mês de 
campanha já somamos 26 colaboradores que resultaram em um montante de R$ 2.055,00 
(Dois mil e cincoenta e cinco reais), os quais custearão despesas do aluguel da Jovem Karla Cristina,
 aprovada em Jataí/GO, pelo projeto TrilhaUni e lanche para os/as jovens atendidos, além de
 sustentar outras atividades do Cajueiro.

Veja como tornar-se um sócio colaborador/a Clique aqui - Campanha SouCajueiro
É uma alegria poder contar contigo neste momento em que o CAJUEIRO não para de florescer 
e neste mês de abril, graças a sua contribuição financeira foi possível realizar as seguintes
 atividades:
  1. Projeto Na Trilha da Universidade que prepara 40 (quarenta) jovens empobrecidos/as
     de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e Trindade para o ingresso nas instituições
     de ensino superior e para o ENEM, além de inseri-los no mercado de trabalho. O projeto oferece
     diariamente aulas gratuitas de Matemática, Biologia, Física, Química, Literatura, Língua Portuguesa,
     Língua Estrangeira, História, Geografia, além discutirem e vivenciarem temas transversais na pedagogia
     da Educação Popular. As aulas acontecem de segunda a sexta-feira no Centro Cultural Cara Vídeo
     na Rua 83, 361 – Setor Sul – Goiânia/GO, onde os/as jovens têm acesso gratuito à alimentação,
     um laboratório de informática e a Biblioteca Popular Lourival Rodrigues.





  1. Grupo de Educação Popular que reúne educadoras e educadores populares do CAJUEIRO
     para aprofundar o conhecimento sobre a práxis de Educação Popular, analisando a sua implicação
     nos movimentos sociais e educacionais e nos diversos espaços educativos. Neste mês de abril
     tivemos a Oficina com Análise de Conjuntura com seguinte tema: Projetos em Disputa no Brasil
     com assessoria do Prof. Dr. Caio Sgarbi Antunes da Faculdade de Educação Física e Dança da 
    Universidade Federal de Goiás.
 




Ofício Divino nas Casas – este mês de abril a equipe do CAJUEIRO se reuni no Terreiro
 em Aparecida de Goiânia, com nossa querida Erika – fundadora do CAJUEIRO. O Cajueiro 
realiza uma vez por mês momentos celebrativos para partilhar a vida através de canções e reflexões.





  1. Projeto Caminhos de Esperança que oferece ferramentas na internet que gerem espaços
     de diálogos, troca e aproximação de experiências transformadoras de organizações de base 
    comunitária, e capacitação de lideranças em espaços virtuais e presenciais potencializando
     o desenvolvimento local sustentável e fomentar a experiência comunitária. Neste mês de
     abril a equipe se dedicou na construção do Curso Caminho de Emaús, preparação
     de videoaulas para subir para a plataforma que será o espaço para a continuidade da
     formação virtual que denominamos “Caminhos de Esperança” que já acontece
     há quase 4 anos e, neste tempo, envolveu mais de 22 países da América Latina e
     alguns da Europa e África, em dois idiomas: português e espanhol. Esta formação 
    atual está voltada para a ação pastoral junto aos jovens.



Seguimos na esperança de que podemos ser solo cada vez mais fértil para tantas e tantos
 jovens que sonham em um mundo mais fraterno, e contamos com sua colaboração para tornar
 os sonhos destes jovens em realidades.

Na gratidão pela contribuição e companheirismo de sempre, convidamos você para conhecer
 e se envolver nos projetos do CAJUEIRO. A nossa sede fica na Rua 83, 361 – Setor Sul – Goiânia/GO
 e você poderá nos acompanhar através de nossas redes sociais:  http://cajueirocerrado.blogspot.com 
 e http://www.facebook.com/centrocajueiro


Muito obrigado!


CAJUEIRO

quinta-feira, 5 de abril de 2018

PERFIL DOS JOVENS QUE INGRESSARAM NO PROJETO NA TRILHA DA UNIVERSIDADE EM 2018


O projeto Na Trilha da Universidade, cursinho popular do Cajueiro, 
tem como objetivo preparar jovens empobrecidos/as que desejam continuar seus estudos e
 ingressar nas universidades públicas. Está em sua 9ª Edição com o envolvimento de muitos
 educadores/as e coordenadoras/es, e a participação de cerca de 540 jovens. 
Vários deles sendo aprovados em universidades públicas e privadas, em cursos das mais diversas
 áreas.
O projeto é fruto de uma ação voluntária e conta com a colaboração de grupos e instituições, 
nacionais e internacionais, como o Centro Cultural Cara Vídeo, o programa ProAfro/PUC-GO, 
Missionárias de Jesus Crucificado, Observatório Juventudes na Contemporaneidade,
 Promenor e La Abuela, esses 2 últimos da Espanha. O mandato do Dep. Estadual
 Karlos Cabral contribuiu nestas últimas edições  com as cópias e, neste ano de 2018,
estamos com a parceria da Universidade Estadual de Goiás.

O projeto é um esforço coletivo para que seja acolhimento das trajetórias e
experiências dessas/es jovens e um meio para a realização de seus sonhos e 
desejos de mudança de vida. Estas terras são sagradas, por isto convido você para
ler estes dados, que foram retirados da ficha de inscrição. É uma forma de conhecer
com mais profundidade as pessoas que se candidatam para participar do projeto
Na Trilha da Universidade #TrilhaUni


1 AS CARACTERÍSTICAS DA TURMA DE 2018




Nesta nona edição foram inscritos quase 200 jovens. Destes foram selecionados/as 60 pessoas,
 sendo 39 mulheres e 21 homens, com idade entre 17 e 26 anos, moradores de
 diferentes bairros das cidades de Aparecida de Goiânia (11), Goiânia (42),
 Senador Canedo (3) e Trindade (1). Oriundos de escola pública somam 55 e 5 são de escolas conveniadas.


Essa priorização vem do descrédito do ensino público, desmoralizado pela ausência de política pública. Com baixo investimento[Aa1] , desde os salários dos professores/as às condições
 físicas das escolas, falta equipamentos pedagógicos para facilitar o ensino/aprendizado.
 Todo esse descaso contribui para um perfil de analfabetos funcionais, os quais sabem 
decodificar a escrita, porém com grande dificuldade para leitura e interpretação 
da sua própria realidade pessoal e social.


1.1 Vida Laboral



A realidade da juventude empobrecida também passa pela conciliação de trabalho e estudo.
 Dentre os inscritos no Trilha Uni, 09 (nove) já trabalharam e hoje estão desempregados; 
04 (quatro) trabalham como aprendizes; 9 (nove) no comércio e 3 (três) na indústria e ainda como autônomos, comunicação, educação, banco, mecânica e órgão público ; e 34 (trinta e quatro) não trabalham. O fato de alguns destes jovens estarem trabalhando e estudando já compromete 
o estudo, o corpo, pois depois de um dia de trabalho, terá muito mais dificuldade de se 
concentrar e a capacidade de aprendizagem estará diminuída. Estas barreiras servem
 para manter uma classe a serviço de outra classe que concentra os meios de produção.


1.2 Diversidade do grupo inscrito



O projeto visa atender jovens dos mais variados perfis e colaborar para que possam se tornar capazes de refletir sua realidade, problematizando as questões da vida concreta. Quando perguntados/as sobre a sua cor (auto declaração), 16 (dezesseis) se reconheceram da cor negra; 15(quinze) da cor branca, e a maioria se identifica como parda 29 (vinte e nove). Em relação à orientação sexual, a distribuição é: 6 (seis) se identificaram enquanto bissexuais; 2 (dois) homossexuais; 46 (quarenta e seis) heterossexuais e 7 (sete) não desejaram informar. Estas duas questões para muitas pessoas trazem constrangimentos porque são marcadas por uma cultura de embranquecimento e heteronormativa que orientam os padrões de “normalidade” imposto pelo dualismo a que somos submetidos/as. Estas questões também implicam uma série de outros fatores que impede a pessoa de reconhecer a sua identidade diversa em um mundo plural.


No que se refere a religião, a diversidade também se apresenta, com maioria cristã. Sendo Cristão Católico 21 (vinte e um), Cristão Evangélico 23 (vinte e três), Cristão Espírita 1 (um) e os/as jovens que não praticam nenhuma religião 16 (dezesseis). Quanto à participação em atividades coletivas, o grupo de jovens tem 14 (quatorze) que informaram ter participado de alguma atividade coletiva, possivelmente ligados à religião; grupos artísticos 3 (três); grupo étnico 1 (um); organização não governamental ONG 3 (três). 16 (dezesseis) informaram não ter participado de nenhuma atividade coletiva e 26 (vinte e seis) não responderam .


1.3 Condições socioeconômicas da juventude


No questionário foi pedido para informar a renda familiar: 14 (quatorze) jovens indicaram que a renda é de 0 a 1 salário; 30 (trinta) de 1 a 2 salários; 12 (doze) de 2 a 3 salários; 4 (quatro) de 3 a 4 salários; e apenas 1 (um) mais de 5 salários. Um outro dado é sobre a moradia: própria 30 (trinta), alugada (24), cedida 3 (três) e financiada 2 (duas).


1.4 E os sonhos que trazem tanto da Profissão como do curso que desejam ingressar

Percebemos ser esses/as jovens formam um campo muito diverso e assim aparecem profissões das mais variadas áreas, com destaque para as tradicionais, que inspiram saída da condição de pobreza.
O interessante é a amplitude de interesses na profissão dos sonhos. Vejam: Advogados – 3 (três), Agronomia (1), Arquitetura (3), Assistente social (1), Ciências Sociais (2), Delegado/a (4), Dentista (3), Designer (2), Enfermeiro (2), Engenheiro (3), Farmácia (2), Fisioterapia (2), Juiz (1), Mecânico (2), Medicina (9), Medicina Veterinária (7), Nutricionista (1), Pedagoga (2), Perícia/polícia (2), Professor (5), Promotora (1), Psicólogo (3), Técnico em alimentação e futebol (2).


Na pergunta sobre o Curso que pretende ingressar na Universidade temos: Arquitetura (3), Ciências Sociais (3), Designer (2), Direito (12), Educação Física (3), Enfermagem (2), Engenharia civil, elétrica, mecânica, Agronomia (5), Farmácia (2), Fisioterapia (2), Geofísica (1), Letras (1), Medicina (9), Veterinária (2), Nutrição (2), Odontologia (2), Pedagogia (2) Psicologia (3), Serviço social (1), não informaram (2).


Para o melhor entendimento das profissões e cursos há uma exigência de aprofundar os projetos de vida para conhecer melhor as capacidades e aptidões dos/as jovens, assim como, o lugar da
 realização humana, quando se trata do que queremos contribuir para a construção de um mundo melhor, como pessoas criam e constroem para além do capital e da sobrevivência. Faz-se
necessário desmistificar com a juventude empobrecida, o que está imposto a ela nas escolhas profissionais e porque escolhemos uma ou outra profissão.


Há uma pergunta que fala do porquê do interesse do jovem em participar do projeto TrilhaUni das três respostas fechadas indicadas no questionário, a maioria indicou que quer participar para 
aprovar no ENEM, 37 (trinta e sete); 16 (dezesseis) para ampliar o conhecimento; e 8 (oito) para se preparar para atuar no mundo como sujeito histórico. Aqui há um desafio para o projeto, pois a mentalidade dos/as jovens pode ser a de que o TrilhaUni é um curso preparatório comum, ou seja, comercial, conteudista como é a experiência escolar. Esta busca precisa ser parte da atenção do curso, mas o desafio é construir com eles/elas uma cultura dos aprendizados que trazemos, ampliação da leitura de mundo, diversas formas de conhecer e de aprender a fim de que a entrada na Universidade seja para permanecer e mudar este ambiente de aprendizagem que tem uma cultura de exclusão das pessoas empobrecidas. A ideia que está presente no nome do Projeto é de construir uma trilha na universidade, entendendo aqui a Universidade no seu significado mais amplo ou seja, a diversidade que somos no mundo e para o mundo.


Estes jovens que se inscreveram para o projeto já trazem a experiência de ter realizado a prova do ENEM, pois a maioria respondeu que “Sim” 49 (quarenta e nove) a essa pergunta. Algumas
pessoas mais de uma vez, inclusive, e somente 11 (onze) ainda não fizeram a prova. O
interessante é que temos 27 pessoas que ainda estão cursando ou estão com o ensino médio incompleto.


1.5 Como estes jovens se informaram sobre o projeto TrilhaUni

A força da divulgação está no “boca a boca”. As pessoas amigas e conhecidas são indicadas como a maioria 33 (trinta e três), pelas Redes Sociais 11 (onze), pelo Jornal Daqui 8 (oito), pelo Folheto organizado pelo Cajueiro 7 (sete), e pela PUC-TV 1 (uma). Pode-se dizer que o conjunto destes meios facilitam que a informação chegue ao jovem que busca oportunidades de mudar suas vidas através da entrada na universidade. Porém, aqui o desafio será envolver os/as jovens que participam do projeto para que sejam os porta-vozes do projeto junto a outros jovens que buscam este caminho de formação.


1.6 A importância do perfil dos/as jovens para o TrilhaUni

Nós como Centro de Formação, Assessoria Pesquisa em Juventude buscamos atuar articulando estes três campos da ação. Conhecer à juventude empobrecida, suas necessidades e sonhos para aproximar melhor e atender as demandas que ela nos traz.

Os dados apontam que o grande desafio será manter o interesse do público, uma vez que o sistema que os mantém alienados/as, também injeta uma dose de mágica: o dia a dia, de trabalho e estudo, proposta de curso a noite, a gratuidade, são fortes elementos para desistirem de seus sonhos. Assim, como as exigências de ensino aprendizagem que tem a tarefa de nos tirar do lugar, incomodar com novas perguntas, também, fazem com que os jovens não avancem e prefira se refugiar nesta prisão na qual o sistema os mantém. Neste sentido, o TrilhaUni também tem a tarefa de motivá-los/as a posicionar-se no mundo, reconhecer-se diversos.

Desafios que são apresentados a nós equipe de educadora e para os/as jovens que estão se inscrevendo para fazer um caminho de abrir as portas para a Universidade. Outro desafio
 importante é o da sustentabilidade do projeto para garantir a presença da juventude: uma boa proposta pedagógica, lanche, biblioteca, material didático, acompanhamento pessoal ao projeto de vida.


1.7 Pedido de ajuda para continuar oferecendo o projeto

O desafio maior é a sustentabilidade do projeto. O Cajueiro é uma associação de pessoas que são profissionais em diversas áreas e que acredita que o mundo pode ser melhor, por isto organizamos projetos com o propósito de defender a vida. A juventude quer viver com mais educação, transporte, saúde, alimentação, lazer de qualidade e nós queremos somar neste esforço. Todos os dados que temos do TrilhaUni reforçam a sua importância e nos movem para continuar neste propósito.

Diante disso, mantemos campanha permanente na busca de colaboradores para a construção de um mundo melhor para apoiar o projeto com doação de alimentos para o lanche, contribuição financeira ou mesmo doando seu tempo/trabalho para o projeto. Acreditamos que um pouco de cada pessoa pode fazer diferença na vida da juventude empobrecida.


Carmem Lucia Teixeira
Educadora de Escola Pública, pesquisadora de juventude, da direção do Cajueiro

sábado, 31 de março de 2018

Campanha: colabore com o Cajueiro e seus projetos


Em 2018 celebramos 5 anos.
Nossa Campanha  de colaboração com os projetos do Cajueiro está sendo lançada hoje no Domingo de Páscoa. Queremos ressuscitar os valores, superar a banalidade do mal que está espalhado entre nós e junto com a juventude colaborar com a Vida.

A meta é reunir 100 pessoas que desejam colaborar com R$20,00 reais por mês. Você pode ser uma delas?

Nosso caminhar nestes 5 anos
Chegamos a 22 países através dos cursos virtuais, realizamos duas pesquisas sobre a condição juvenil, publicamos duas rodas de conversas, chegamos a 100 mil exemplares do Ofício Divino da Juventude, são quatro anos do grupo de estudo de Educação Popular, trabalho com Economia Solidária... Seminários de formação, atividades organizadas em redes, cerca de 540 jovens empobrecidos envolvidos/as no projeto na Trilha da Universidade que já está em sua 9a. Edição, reuniu jovens dos vários bairros de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Trindade, Senador Canêdo.... O ofício nas casas visitou vários lugares para cultivar a mística.

Foram várias assessorias prestadas a grupos e instituições. Uma ação que reunimos várias pessoas e grupos. Uma ação local e global.

Nossa Campanha de 100 por um para jovem

Queremos continuar prestar este serviço. Porém, precisamos assumir coletivamente. Resolvemos convidar você para colaborar. Pode ser por instituição ou por pessoa. Seja uma pessoa que diz SIM.

A sua doação poderá ser mensal, semestral, ou anual. Nosso pouco pode se multiplicar, semente lançada no chão pode produzir 100 por uma. Também pode doar mantimentos para o lanche ou, tempo de trabalho.  Esperamos você ou sua doação. Seremos 100 por uma missão. A semente que foi lançada encontrou um solo fértil, por isto,  se multiplica.

Faça sua adesão 

Clique aqui e faça a sua adesão ao Sou Cajueiro

Criamos uma conta conjunta por enquanto para receber o valor doado no Bradesco: Aurisberg Leite Matutino e Carmem Lucia Teixeira  na Conta Corrente 3524-6  agência 1222-0. A cada mês faremos a prestação de contas e vamos divulgar aqui. CPF - 688.638.025-72 (Aurisberg) CPF 198.411.401-87 (Carmem)

ou Banco do Brasil  Agência 3311-1 - Conta corrente 23469-9 CAJUEIRO CFAP em Juventude .
CNPJ: 18.276.229/0001-19,por favor identifique o depósito para ajudar no controle.

Pedimos a cada pessoa doadora para enviar o depósito para o Whatsapp (62) 99134979.

Colabore com a nossa campanha fale com pessoas amigas que desejam manter um projeto voltado para a juventude empobrecida.